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CURIOSIDADES

TERMINOLOGIA NAUTICA

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Esta é uma lista de alguns termos técnicos usados por marinheiros e suas explicações:

Amainar - colher ou arriar as velas;

Âncora - peça primitiva de pedra - modernamente de ferro terminada por duas unhas e uma argola na extremidade oposta -, a que se liga um cabo, utilizada para segurar as embarcações;

Astrolábio - Instrumento antigo, usado para medir a altura dos astros acima do horizonte, inventado por Hipátia de Alexandria era usado astrológicos e astronômicos.
Mais tarde foi simplificado e substituído pelo sextante. Também era utilizado para resolver problemas geométricos, como calcular a altura de um edifício ou a profundidade de um poço. Era formado por um disco de latão graduado na sua borda, num anel de suspensão e numa mediclina (espécie de ponteiro).
O astrolábio náutico era uma versão simplificada do tradicional e tinha a possibilidade apenas de medir a altura dos astros para ajudar na localização em alto mar. A vantagem do astrolábio em relação ao quadrante é o fato de ser mais fácil de trabalhar à luz do dia e também porque a Estrela Polar não era visível no hemisfério sul. Era tão pesado que era capaz de permanecer pendurado verticalmente apesar do balanço do navio!
O astrolábio moderno de metal foi inventado por Abraão Zacuto em Lisboa, a partir de versões pouco precisas árabes. O disco inicial foi parcialmente aberto para diminuir a resistência ao vento.
O manejo do astrolábio exigia a participação de duas pessoa; consistia em grande círculo, por cujo interior corria uma régua; um homem suspendia o astrolábio na altura dos olhos, alinhando a régua com o sol enquanto outro lia os graus marcados no círculo. Veja um Astrolábio persa do século XVIII.

Azipod - é um sistema de propulsão de alguns navios, sobretudo paquetes e navios quebra-gelo. O seu nome provém do inglês e ainda não tem tradução para o português.Consiste num motor elétrico do estilo "fora-de-bordo", acoplado ao casco do navio que tem a capacidade de girar 360º. Este fato elimina a necessidade de leme já que ao dirigir o azipod dirige-se igualmente o fluxo de água.

Bombordo - é o lado à esquerda da embarcação quando o observador olha para a proa; durante a época dos Descobrimentos portugueses, nas navegações ao longo da costa africana, o "bom bordo" era o que estava do lado da terra firme, à qual era necessário aceder freqüentemente em virtude de tempestades, falta de água ou de alimentos;

Navegar à Bolina - técnica de navegação contra ventos não favoráveis;

Boreste - (no Brasil) ou Estibordo (em Portugal) - é o lado do navio à direita da embarcação quando o observador olha para a proa;

Bússola - instrumento de navegação, que indica o Norte magnético da terra; -
A palavra “bússola” vem do italiano do sul bússola, que significa “pequena caixa”. É composta por uma agulha magnética na horizontal suspensa pelo centro de gravidade, e aponta sempre para o eixo norte-sul, ao seguir a direção do centro magnético da Terra, ou seja, indica o pólo. Atribui-se a descoberta da orientação natural dos imãs aos chineses, por volta do ano 2000 a.C., e por conseqüência, a invenção da bússola. Foi introduzida na Europa pelos árabes, e foi Flávio Gioia que introduziu também o desenho da rosa-dos-ventos na bússola. Data pelo menos do século XV o conhecimento da declinação magnética, quer dizer, da diferença entre o Norte magnético, indicado pela agulha, e o Norte verdadeiro e, possivelmente, foi descoberta pelos portugueses. A declinação era verificada pelo confronto com a observação da Estrela Polar, quando no hemisfério norte, ou da Estrela Pé do Cruzeiro, quando no hemisfério sul, e a direção apontada pela bússola.A bússola é sem dúvida o instrumento mais conhecido dos Descobrimentos, pois foi provavelmente o mais importante. Indicando sempre o Norte, é uma ajuda preciosa para todo e qualquer navegador. As bússolas atuais variam um pouco entre si, mas têm os mesmos componentes básicos.
Uma bússola é um instrumento navegacional para se encontrarem direções. Ela consiste num ponteiro magnetizado livre para se alinhar de maneira precisa com o campo magnético da Terra. Uma bússola fornece a uma direção de referência conhecida que é de grande ajuda na navegação. Os pontos cardeais são norte, sul, leste e oeste. Uma bússola pode ser usada com um relógio e uma sextante para fornecer uma capacidade de navegação bem precisa. Esse dispositivo melhorou bastante o comércio marítimo tornando as viagens mais seguras e mais eficientes.
Uma bússola pode ser qualquer dispositivo magnético que usa uma agulha para indicar a direção do norte magnético da magnetosfera do planeta. Qualquer instrumento com uma barra magnetizada ou agulha girando livremente sobre um pivô e apontando para o norte e o sul pode ser considerada uma bússola.

Principais componentes das bússolas:

- Base: é transparente e de plástico, normalmente marcada com uma régua de escala e com uma (ou mais) réguas laterais.

- Cápsula: contém uma agulha magnética, é preenchida por um líquido que em geral é um óleo pouco viscoso, que tem como finalidade dar estabilidade à agulha. A agulha tem também o pólo Norte sempre colorido de vermelho.

- Disco de Leitura: Tem uma escala em graus que fica em volta da cápsula, que serve para ser girada manualmente de modo a obter o rumo em graus.

- Portão: Faixa preta e vermelha pintada numa lâmina ou na cápsula. Serve para alinhar a agulha, move-se junto com a cápsula e as linhas de Norte e tem o lado Norte pintado de vermelho. Em algumas bússolas o portão pode ser movido independentemente.

- Linhas de Norte: São sem série, e servem para alinhar a bússola com os meridianos inseridos no mapa. Movem-se juntamente com o disco de leitura, e são finas, pretas e paralelas ficando geralmente no fundo da cápsula ou numa lâmina transparente.

Atualmente, as bússolas eletrônicas são mais utilizadas, mas no entanto as suas agulhas estão igualmente sujeitas a desvios, graças à ação que o ferro exerce sobre a agulha.

Calado - Medida da profundidade a que se encontra a quilha do navio:
Calado é a designação dada à profundidade a que se encontra o ponto mais baixo da quilha de uma embarcação. O calado mede-se verticalmente a partir de um ponto na superfície externa da quilha.

Em função do ponto da embarcação e da forma de medição existem diversas formas de expressar o calado. As mais comuns são:

Calado a meia-nau — distância vertical entre a superfície da água e a parte mais baixa do navio medida na secção a meia-nau, isto é, a meio comprimento entre as perpendiculares dos pontos extremos da proa e popa. Em geral não correspondendo ao calado médio, o qual é a média aritmética dos calados medidos sobre as perpendiculares avante e a ré do navio.

Calado máximo — distância vertical entre a superfície da água e a parte mais baixa da quilha do navio medida quando este estiver na condição de deslocamento em plena carga (ou deslocamento máximo).

Calado médio — média aritmética dos calados medidos sobre as perpendiculares a vante e a ré.

Calado mínimo — distância vertical entre a superfície da água e a parte mais baixa da quilha do navio medida quando este estiver na condição de deslocamento mínimo.

Calado moldado — distância vertical entre a superfície da água e a linha da base moldada do casco. É utilizado no cálculo dos deslocamentos e para a determinação das curvas hidrostáticas da embarcação.

Calado normal — distância vertical entre a superfície da água e a parte mais baixa da quilha de uma embarcação, quando esta está com o seu deslocamento normal.

O conhecimento do calado do navio em cada condição de carga e de densidade da água (em função da salinidade e temperatura) é fundamental para determinar a sua navegabilidade sobre zonas pouco profundas, em especial nos portos e em canais.

O calado, acrescido de um valor de segurança (o pé de piloto), determina os portos onde o navio pode entrar e as barras e canais que pode atravessar em cada condição de maré.

Nalguns casos é obrigatório inscrever no costado das embarcações um conjunto de marcas e de informações sobre calado por forma a que as autoridades portuárias possam controlar a segurança da operação dos navios e o estado de carga (a marca de carga - por vezes designada linha Plimsoll - determina a linha de água segura para cada carga e densidade esperada da água).

Casco - a estrutura de flutuação de uma embarcação;

Casco do navio é o invólucro exterior de qualquer embarcação. Da sua estanquicidade depende a flutuabilidade do navio, ou seja, caso haja algum problema com a sua estanquicidade o navio corre risco de afundar.Podemos dividi-lo em três partes: Fundo - parte mais baixa do casco; Costado - parte lateral do casco; Encolamento - secção, geralmente curva, de junção entre o Fundo e o Costado.

O costado tem faces interior e exterior: à face interior dá-se o nome de Amurada; à face exterior o nome de Forro.

À linha de intersecção do costado com o convés dá-se o nome de borda. Caso o costado suba acima do convés, à porção acima deste último, dá-se o nome de borda-falsa.Para lhe aumentar a resistência, o costado é suportado por um esqueleto. Este é constituído por:

Balizas - São vigas que se desenvolvem da quilha, em planos transversais, de forma geralmente curva, podendo ser lineares (balisas reviradas, nos extremos da embarcação) ou em "L", a meia-nau. No fundo da embarcação, ligam-se a chapas verticais (chapas de caverna, que aumentam a resistência do navio) para formar o duplo fundo do navio, ou as chamadas "cavernas". Estas chapas de caverna são perfuradas por orifícios denominados boeiras, cuja função é permitir a passagem de pessoal para eventuais inspeções, assim como escoar fluidos que entretanto se aglomerem. Ao conjunto de balizas é dado o nome de cavername.

Vaus - Vigas horizontais que que unem as balizas entre si segundo um plano transversal. Apoiam-se em esquadros montados nas balizas. Os esquadros são peças, geralmente triangulares, que aumentam a resistência da junção.

Longarinas - Vigas horizontais que unem igualmente as balizas entre si, contudo, segundo o plano longitudinal da embarcação.

Quilha - Chapa ou viga mestra do navio. Costuma ser a primeira peça a ser assentada durante a construção de qualquer embarcação. Constitui a espinha dorsal da embarcação e percorre todo o seu comprimento, desde a roda de proa (chapa enformada onde convergem a quilha, as balizas reviradas da proa e as longarinas; é a parte do navio que corta a água) até ao cadaste (semelhante à roda de proa mas à popa).Visto que nos navios de propulsão mecânica é necessário fazer chegar ao exterior um veio ligado ao hélice, é igualmente necessário efetuar a devida vedação do mesmo. É, então, utilizado um bucim.Antigamente, os bucins eram feitos entalando uma série de empanques entre o veio e o casco.Surge, assim, um problema: ao apertar demasiado o empanque perde-se rendimento, uma vez que o motor tem que vencer não só a resistência da água como também a resistência do próprio vedante. Ao não apertar o suficiente entra água para bordo.A solução passa por apertar o empanque o suficiente, pouco a pouco e testando com a máquina, para não deixar a água jorrar para dentro do navio, mas deixá-lo solto o suficiente para permitir um "lágrima" de água, que age também como lubrificante.Nos dias de hoje existem já novos tipos de bucins, sendo que o tipo de empanque esteja já em desuso.

Casa-da-Máquina - Compartimento estanque, localizado sob o casario, que alberga a maquinaria de bordo, seja a máquina propulsora (caso o sistema propulsor seja um azipod a máquina propulsora localiza-se no exterior do casco, portanto, fora da casa-da-máquina), máquinas auxiliares, bombas (bombas para trasfega de carga nos navios tanque têm uma divisão própria - casa-das-bombas), etc..

Anteparas - são "paredes" longitudinais ou transversais, feitas de chapa de aço, cuja função pode ser delimitar espaços, fortalecer a estrutura ou garantir a estanquicidade de um compartimento. São compartimentos estanque a casa-da-máquina de um navio, a casa-do-leme ou os tanques de carga.Como ilustração do assunto, o navio Titanic tinha 15 anteparas de 1/2 polegada de espessura que dividiam o casco do navio em 16 compartimentos estanques. Com esta divisão, separados os compartimentos por anteparas hermeticamente fechadas por portas a prova de água, que eram fechadas com o acionamento de um botão na cabine de comando do navio.

Escota - corda atada à retranca do mastro da embarcação através da qual se controla a abertura da vela em relação ao vento;

Estibordo (ver Boreste); mesmo que boreste

Barlavento - é o lado da embarcação q recebe o vento. Um amigo me disse assim (se cuspir em barlavento o cuspe lhe volta na cara) continua em sotavento

Sotavento - é o lado da embarcação q o vento vai embora (e se cuspir em sotavento, o cuspe vai bem longe)

Leme - é o aparelho que permite o governo que qualquer embarcação (exceção feita às embarcações movidas a azipods).

Consiste num plano vertical, firmemente preso ao casco da embarcação. Ao variar o ângulo de ataque em relação ao fluxo de água originado pelo hélice, desvia parte deste, provocando uma reação e conseqüentemente, a viragem da embarcação.

Popa - é a parte de trás de uma embarcação;

A popa é a secção traseira de uma embarcação, sendo tecnicamente definida como a área construída entre o painel de popa e as alhetas da embarcação. O termo popa é por vezes utilizado para designar genericamente toda a secção localizada a ré da meia-nau.Por razões funcionais a popa sempre foi a localização do aparelho de manobra do navio, em especial do leme e da respectiva roda do leme, que antes do desenvolvimento das tecnologias de movimento hidráulico não podiam ser manobrados de muito longe.Por extensão, e para permitir maior proximidade à zona de manobra, ao mesmo tempo que aproveitava a zona mais abrigada do navio e menos sujeita a balanço do navio, a popa passou a ser a localização preferida para instalação dos aposentos do capitão e dos seus oficiais. Tal levou a que o castelo de popa, nome porque era designada a superestrutura localizada a ré, passasse a ser em extremo elaborada, com grandes janelas decorativas, lanternas, talhas e outros sinais da ostentação. Os passageiros importantes eram acomodados no castelo de popa, sendo-lhe também ali servidas as refeições.Nos navios de guerra, a concentração da oficialidade no castelo de popa transformou-se numa vulnerabilidade, já que em batalha atingir o castelo de popa com uma bordada era seguro que causaria baixas importantes. Daí que as tácticas navais de combate da época da navegação à vela privilegiassem o assalto ao castelo de popa.Tradicionalmente é também à popa que se coloca a bandeira de registro do navio (embora durante a navegação esta possa ser movida para o mastro principal) e se inscreve o nome e porto de registo da embarcação. Os antigos navios tinham à popa, sobre a bandeira, uma lanterna, por vezes de grandes dimensões e grande valor decorativo (hoje substituída por uma simples lâmpada de sinalização sobre a bandeira).Na primeira metade do século XIX a popa dos navios foi sendo progressivamente arredondada, sendo abandonados os tradicionais castelos de popa. Com o advento dos navios movidos a hélice posterior, a popa transformou-se numa área de localização de equipamentos, o que abrigou à transferência para a meia-nau dos alojamentos do capitão e oficiais e das messes que tradicionalmente eram aí localizados.

Proa - é a parte dianteira de uma embarcação;

Quadrante - instrumento de navegação;

O quadrante astronômico, conhecido desde a Antiguidade, foi o instrumento de alturas mais cedo adaptado à náutica: é referido pela primeira vez no relato de Diogo Gomes, que declara tê-lo utilizado numa viagem efetuada por volta de 1460. Os quadrantes usados em astrologia apresentavam, em geral, outros órgãos acessórios, com escalas que davam as tangentes de certos ângulos, linhas horárias e por vezes também, mas só a partir do séc. XIII, um cursor que se deslocava ao longo da escala de alturas e resolvia certos problemas astronômicos. Com o tempo procurou-se fazer do quadrante náutico um instrumento de precisão adaptando-lhe um nónio ou modificando-o sem lhe alterar a base de construção.Tinha como finalidade tomar as alturas dos astros e era geralmente feito de madeira ou latão. Era um quarto de círculo e possuía os graus de 0º a 90º. Em ambas as extremidades marcadas com o ângulo reto possuía duas pínulas que continham um pequeno furo por onde se apontava ao astro desejado. Era colocado um fio de prumo ao centro, de forma a interceptar a parte graduada. Era graças a esse fio que se lia a graduação que indicava a altura do astro.

Sextante - instrumento de navegação, usado para medir o ângulo entre uma reta que passa pelo observador e um astro, e a linha horizontal;
O sextante é um instrumento astronômico usado para determinar a latitude, substituindo o astrolábio.Ele mede a distância angular, como a altura do Sol, da Lua e das estrelas. O sextante foi inventado simultaneamente na Inglaterra e nos Estados Unidos em 1731. A palavra sextante deriva do latim, significando um sexto (da circunferência celeste).Em 1757, Campbell, um oficial da marinha inglesa alarga o arco do limbo do octante para 60º, nascendo assim o sextante. Mas foram precisos ainda mais vinte anos até que Tomaz Godfrey, um vidreiro de Filadélfia, lhe aplicasse dois espelhos dispostos de forma a coincidir as imagens de dois astros qualquer que fosse a distância a que se encontrassem, para que o sextante substituísse finalmente com vantagem o octante. Até aos nossos dias foram aparecendo pequenas modificações de melhor adaptação ao uso corrente. Sem dúvida, de salientar a adaptação de um horizonte artificial aperfeiçoado pelo Almirante Gago Coutinho e usado em 1922 na travessia aérea Lisboa/Rio de Janeiro. Já em 1733, Hadley, depois de ter apresentado o octante, publicou a descrição de um instrumento para medir alturas de astros sem o horizonte visível, recorrendo a um nível curvo.Até ao aparecimento do GPS o sextante era um instrumento primordial em navegação. Na marinha de recreio há quem pense, erradamente, que já não é necessário. Convém no entanto não perder o treino no seu uso, já que ,apesar de toda a panóplia tecnológica, este método é por enquanto o único infalível de obter a posição. Desde que haja Sol ...O sextante é formado por um suporte metálico, normalmente latão ou outro metal mais leve e rígido ou ainda mais recentemente de plástico, com a forma de um sector. Em torno do centro move-se a alidade cujo extremo se desloca sobre um limbo graduado em graus com um dispositivo de fixação. Neste extremo da alidade existe outro dispositivo que pelo princípio de Vernier permite leituras até ao segundo com grande precisão. Solidário com a alidade move-se o espelho grande. Fixo ao sector encontra-se o espelho pequeno, que de facto é apenas meio-espelho sendo a outra metade de vidro transparente. No extremo oposto do sector encontra-se a luneta enroscada no colar. Em ambos os espelhos encontram-se justapostos vidros coloridos que servem de filtros aos raios solares.O funcionamento do sextante é simples. O objetivo é medir um ângulo entre dois objetos. Pega-se firme o instrumento e visa-se o horizonte através da luneta e movendo a alidade temos de levar a imagem refletida do astro a coincidir com a imagem do horizonte visada diretamente. Se o astro visado é grande, como o sol ou a lua, a coincidência com o horizonte faz-se pelo limbo (borda) superior ou inferior do astro. A alidade indica no limbo do sextante o valor do ângulo medido. Como instrumento de grande precisão, deve ser tratado com cuidado. Existe no entanto um erro que é preciso levar em conta nas leituras. Ao levar a alidade ao zero da escala, verifica-se algumas vezes que as imagens (direta e refletida) não estão devidamente alinhadas, devido à falta de paralelismo de ambos os espelhos. Neste caso devemos mover a alidade até que a coincidência se verifique. A diferença então lida na escala, tem o nome de erro de índice e deve-se aplicar em todos os cálculos para corrigir o valor do ângulo lido. Se este valor for muito elevado convém afinar os espelhos ou mandar fazê-lo numa casa da especialidade.Ao contrário do que somos levados a pensar nem sempre se medem alturas de astros. Em navegação costeira podemos também medir a altura de um farol para calcularmos a distância até ao mesmo ou ainda ler o ângulo entre dois objecos na horizontal para cálculos semelhantes.

Vela - estrutura de propulsão de determinados tipos de embarcação, que usam as forças dos ventos.
Vela ou iatismo é o nome dado a competições esportivas envolvendo barcos movidos unicamente às custas do vento. As competições da vela envolvem os mais diferentes tipos de embarcações, separadas em categorias apropriadas, conhecidas como classes. As competições da Vela são formadas por uma série de regatas, que são as corridas do iatismo. Em cada regata o barco soma determinado números de pontos de acordo com sua posição de chegada. Vence a competição aquele que somar o menor número de pontos ao final da série de regatas


 

 

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